Facilidades proporcionadas pelas ferramentas certas

Eu sempre fui um pouco avesso a ferramentas que facilitam demais nossas atividades. Não, não sou masoquista! Apenas não quero ficar dependente demais de uma ferramenta para executar meu trabalho. Sempre fui adepto do uso de ferramentas básicas para realização de minhas atividades.

No caso de Oracle, penso que devo conseguir realizar a maior parte de minhas tarefas apenas com o SQL*Plus. Pois caso chegue em algum cliente onde não exista a ferramenta que eu necessito, isto não deveria ser um empecilho!

Clique aqui e leia mais…

IV Festival de Software Livre do Vale do Sinos

Venha prestigiar o IV Festival de Software Livre do Vale do Sinos organizado pelo SLVS e pela IENH. Mais detalhes na página do evento:

http://wiki.softwarelivre-vs.org/

Homenagem tardia à Dennis Ritchie

Sei que a homenagem à Dennis Ritchie está sendo postada demasiadamente tarde, mas não posso deixar de prestá-la através do compartilhamento deste código livre, originalmente escrito por Alexandre Mulatinho:

#include <stdlib.h>
#include <unistd.h>

int main(void)
{
   sleep(60);           // 1 Minuto de Silencio em homenagem a Dennis Ritchie
   exit(EXIT_SUCCESS);  // Saiu desse  mundo com sucesso.
}

[link] Funções JavaScript para uso com “proxy.pac”

Tenho utilizado em diversos clientes configuração de proxy através de arquivos “proxy.pac” (ou “wpad.dat”).

Não entrarei em maiores detalhamentos sobre Proxy auto-config, pois não é o objetivo deste post.

Eventualmente preciso criar algumas regras específicas e sempre me faltam referências das funções que posso utilizar. Por isto hoje resolvi deixar registrado duas páginas que muito me ajudaram para meu problema de hoje:

Espero que sejam úteis!

Enfim uma votação política decente

Hoje li uma notícia no jornal que me surpreendeu muito: Por unanimidade, Câmara de Novo Hamburgo vota por 14 vereadores.

Este é um exemplo no qual a mobilização popular fez diferenças. Na mesma notícia fala-se sobre vereadores que usaram o espaço para justificar porque estariam mudando seu voto. Na minha opinião a única justificativa é a seguinte: ficaram com medo de perder votos nas próximas eleições! Não acredito que eles tenham pensado no bem do povo (se tivessem, não precisariam mudar o voto, já seriam contra desde o início!). Num momento que se fala em cortes de despesas em esferas públicas, qual a justificativa para aumentar o número de vereadores?

Deixo meus parabéns não aos vereadores, mas a todos os organizadores que batalharam contra este absurdo. Eles criaram abaixo-assinados (eu inclusive assinei um deles), foram para as ruas mostrando os vereadores que queriam votar a favor, enfim, fizeram a voz do povo ser ouvida. MEUS PARABÉNS a vocês. E também a todos que compareceram em massa para pressionar contra este absurdo (a sessão ficou lotada e algumas pessoas, inclusive, foram barradas).

Linux 32 ou 64 bits?

Até hoje, sempre que precisei descobrir se a versão do Linux em que eu estava trabalhando era 32 ou 64 bits, eu utilizava o comando “uname”.

Hoje fiquei na dúvida e fui buscar outras alternativas. Achei muito interessante este método que encontrei:

$ getconf LONG_BIT

Além disso, uma variação do “uname -a” (que eu utilizava) é o “uname -m”, cujos resultados podem indicar a plataforma. Veja saídas e possibilidades:

  • x86_64 para um kernel 64 bits
  • i686 para um kernel 32 bits

Referência: http://stackoverflow.com/questions/246007/how-to-determine-whether-a-given-linux-is-32-bit-or-64-bit

Dia da Liberdade de Software 2011

No dia 17 de setembro ocorrerá mais um evento do Grupo de Usuários de Software Livre do Vale do Rio dos Sinos. É o Dia da Liberdade do Software (Software Freedom Day). Venham todos prestigiar.

Para visualizar a programação completa, acesse a página do evento.

[CC] Renomear colunas de tabelas

Na semana passada precisei modificar o nome de uma coluna em uma tabela já gerada no banco de dados (Oracle). Acredito que foi a primeira vez que tive tal necessidade. Em geral sou bastante cuidadoso ao definir nomes de atributos.

As vezes até penso que gasto tempo demais neste quesito. Mas pra mim um nome bem definido prolonga a vida de um atributo e facilita o uso e manutenções posteriores.

No entanto errei o gênero do atributo e precisava modificar. Como não queria recriar a tabela, recorri à documentação em busca de uma alternativa. Eis a sintaxe:

ALTER TABLE [nome_tabela]
RENAME COLUMN [nome_atual_coluna] TO [novo_nome_coluna];

Disponível a partir da versão 9i do Oracle.

Referências:

[1] http://download.oracle.com/docs/cd/B28359_01/server.111/b28310/tables006.htm

[2] http://www.mandsconsulting.com/oracle-rename-column-alter-table-rename-column-example-sql-syntax

Habilitar logs de boot no Debian

Em meu dia a dia como administrador de servidores Linux, deparo-me com diferentes distribuições. A que menos trabalho é o Debian (em geral fico na linha RedHat-like e minha preferência pessoal, o Slackware).

Cada distro tem suas peculiaridades e por isto, as vezes, é necessário um pouco de pesquisa para encontrar algo que em outras é padrão. Foi o caso das mensagens de boot. Em geral consigo analisar seus logs sem necessidade de quaisquer alterações. No Debian, no entanto, descobri que precisaria alterar um arquivo de configuração para isto! Fica aqui a dica (a pesquisa que respondeu primeiramente minha dúvida foi esta):

# /etc/default/bootlogd

trocar para:

BOOTLOGD_ENABLE=Yes

O que fazer com cartões (de crédito) indesejados?

Eu estava “passeando” pelo excelente Efetividade.net do Augusto Campos, quando encontrei este texto muito bom:

Utilidade extra para seus cartões indesejados

Tem dicas muito interessantes! Vale a pena conferir.

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.