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RedHat 7 (e similares) e novos conceitos/comandos – parte 2

Como relatei na parte 1, houve algumas modificações nesta versão 7 do RedHat (e seus similares). Uma das modificações foi o sistema de inicialização. O, até então predominante, sysVinit foi substituído pelo systemd.

Uma documentação completa sobre o systemd por ser encontrada aqui [1]. Recomendo também a leitura desta documentação [2] elaborada pela comunidade do Arch Linux.

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RedHat 7 (e similares) e novos conceitos/comandos – parte 1

Esta semana coloquei em produção um servidor Oracle Linux 7, uma das distribuições que se baseia na parte livre do RedHat para criar sua distribuição. Tenho usado tanto o RedHat como o CentOS a bastante tempo. E faz algum tempo, passei a utilizar o Oracle Linux para deixar ambientes homologados, ao gosto do cliente. RedHat e CentOS sempre mantiveram estrutura e comandos idênticos (a diferenciação fica em poucos programas e, essencialmente, na marca, logo, enfim, atributos “visuais”). Com o Oracle Linux, não é diferente.

Por isto, qualquer mudança que o RedHat 7 tenha incorporado, está refletida nas demais distribuições que acompanham a mesma release. Assim, minhas pesquisas, referências e citações, podem apontar para qualquer uma destas distribuições.

Um detalhe que sempre estranhei no instalador da RedHat foi o fato do arquivo /etc/hosts nunca ficar corretamente configurado quando definimos nome de máquina e IP fixo. Nesta minha instalação, o nome da máquina sequer foi ajustado a contento. E fiquei com o nome de localhost definido.

Como faria em qualquer versão anterior, eu apenas corrigiria o arquivo /etc/hosts (que o instalador nunca deixou corretamente ajustado) e o arquivo /etc/sysconfig/network (que nesta versão não foi configurado durante a instalação). Mas para minha surpresa, estas correções não foram suficiente para ajustar o nome do servidor.

Pesquisando, descobri [1] que o processo de ajuste de nomes nesta versão foi modificado. Precisei utilizar um utilitário para ajustar o nome (e acertar os arquivos que já havia acertado previamente):

# nmtui-hostname

Depois disso, é necessário reiniciar o serviço responsável pelo nome do servidor:

# systemctl restart systemd-hostnamed

e, para verificar se as alterações surtiram efeito, basta executar o seguinte comando:

# hostnamectl status

Mas para as alterações surtirem efeito na console, será necessário reiniciar o servidor.

Bom, enfrentei mais algumas novidades nesta versão, mas deixarei isto para outros textos que publicarei em breve. Espero que este breve artigo possa contribuir para algum leitor.

Referências

[1] Change HostName in CentOS 7 / RHEL 7 – IT’zGeek – http://www.itzgeek.com/how-tos/linux/centos-how-tos/change-hostname-in-centos-7-rhel-7.html#axzz3QgXE66S3