Archive for the ‘programação’ Category

RedHat 7 (e similares) e novos conceitos/comandos – parte 2

Como relatei na parte 1, houve algumas modificações nesta versão 7 do RedHat (e seus similares). Uma das modificações foi o sistema de inicialização. O, até então predominante, sysVinit foi substituído pelo systemd.

Uma documentação completa sobre o systemd por ser encontrada aqui [1]. Recomendo também a leitura desta documentação [2] elaborada pela comunidade do Arch Linux.

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Versão 4 do awk e novas palavras reservadas

Nos primeiros dias de novembro foi lançada uma nova versão do Slackware e alguns dias depois me surgiu a necessidade de instalar um novo servidor firewall. Se fosse outra distro, eu esperaria a estabilização da versão para então instalar. Mas tratando-se do Slackware, tive confiança que poderia colocar em produção uma versão “saída do forno”.

Tenho um roteiro de instalação e algumas rotinas que utilizo de forma padronizada em todos os servidores administrados por mim. Dentre estas rotinas, uma que coleta dados de carga de CPU e memória para o MRTG. Venho utilizando estas rotinas a bastante tempo, baseadas neste artigo do Augusto Campos.

Pois bem, a rotina que coleta dados da CPU funcionava bem até que o Slackware passou a utilizar a versão 4 do awk. A partir desta versão, a palavra “load” (utilizada no script) passou a ser uma palavra reservada para o comando awk. Com isto, a geração de dados sobre CPU e memória deixou de ser gerada!

Como gastei um tempo até que descobrisse o motivo (o “load” como palavra reservada), achei melhor compartilhar com os meus leitores e deixar registrado aqui para referências futuras.

Facilidades proporcionadas pelas ferramentas certas

Eu sempre fui um pouco avesso a ferramentas que facilitam demais nossas atividades. Não, não sou masoquista! Apenas não quero ficar dependente demais de uma ferramenta para executar meu trabalho. Sempre fui adepto do uso de ferramentas básicas para realização de minhas atividades.

No caso de Oracle, penso que devo conseguir realizar a maior parte de minhas tarefas apenas com o SQL*Plus. Pois caso chegue em algum cliente onde não exista a ferramenta que eu necessito, isto não deveria ser um empecilho!

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[link] Metalink em HTML

Sou usuário do suporte Oracle (leia Metalink) a bastante tempo. Sempre encontrei um vasto material que ajudou-me nas mais diversas situações. Também sempre gostei do suporte oferecido, em geral, trazendo-me a solução de minhas dúvidas e/ou problemas.

Passei por várias fases do suporte: inicialmente postando as dúvidas e sendo esclarecidos pelo suporte local; posteriormente passando pela centralização do suporte e dúvidas em português sendo traduzidas (se possível, abra os chamados em inglês, a resposta é bem mais rápida!).

Embora um pouco resistente inicialmente, aprovei todas as mudanças. Mas a última mudança foi decepcionante. Reescreveram o site em flash! Transformaram o negócio em uma carroça! Ficou bonito (pra quem gosta de frescura) e com novos recursos (a maioria sem utilidade quando se busca uma solução rápida!).

Todos com quem conversei desaprovaram a mudança. Até um funcionário da Oracle me falou que a posição oficial era que o suporte agora era aquele. Mas a opinião pessoal dele era que ainda preferia a versão antiga, em HTML!

Mas não teve jeito, desativaram o antigo e só passou a existir a versão em flash (urg!).

Esta semana meu amigo Getulio Holtz me surpreende com uma inesperada, mas grata, notícia: uma versão HTM do Metalink! Veja com seus próprios olhos:

https://supporthtml.oracle.com/

[CC] Instalador Oracle em ambiente não homologado

As vezes acontece de precisarmos instalar algum produto Oracle em um ambiente não homologado.

Por exemplo, instalar o banco 10g em RedHat 5. Como na época do 10g ainda não existia RH5, o instalador não prossegue com a instalação, dizendo que o ambiente não é certificado, mesmo sendo este um ambiente homologado pela própria Oracle!

Embora existam “macetes” (procure e acharás diferentes soluções), existe uma solução “oficial”:

$ ./runInstaller -ignoreSysPrereqs

Oracle XE em Windows Server 2008

Fazem alguns dias, um cliente pediu-me auxílio na configuração de um Oracle XE em um Windows Server 2008. Em geral as instalações de produtos Oracle são tranquilas, desde que se respeitem os procedimentos e os requisitos.

Os requisitos para instalação do Oracle XE são mínimos, ainda mais para o SO em questão. No entanto, esta instalação tirou-me mais tempo do que eu esperava.

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Sintaxe de script Irma, será ainda util?

Algum tempo atrás eu comentei aqui sobre meu desafio vencido com diferentes tecnologias, integrando o Irma e obtendo o resultado que eu gostaria para um sistema em questão.

Infelizmente parece que sou o último “maluco” a utilizar o Irma!

Minha intenção era avançar em minha programação e explorar mais do potencial disponível.

No entanto meus planos irão por água abaixo em 2011. Não por falta de tecnologia, mas sim porque a tecnologia irá mudar! Soube na semana passada que o governo vai desativar o glorioso sistema Siscomex, deixando disponível apenas a versão WEB (leia mais aqui).

Se por um lado não desfrutarei mais do desafio de integrar diferentes tecnologias, por outro, isto ficará facilitado pela simples troca de arquivos XML Bom para o sistema, mas não é tão desafiante! 😉

[CC] Conectar banco sem configurar tnsnames.ora

Já faz algum tempo que venho utilizando clients Oracle e é sempre a mesma coisa: para acessar um banco, lá vou eu configurar o tnsnames.ora da estação. O que eu não sabia é que é possível conectar diretamente sem a configuração. Descobri por acaso (não era este o alvo de minha pesquisa!).

Então fica aqui mais um registro para a seção copia-colar para os momentos em que esquecerei a sintaxe:

sqlplus USUÁRIO/SENHA@HOST:PORTA/SID

Por exemplo:

sqlplus scott/tiger@10.0.0.1:1521/orcl

Espero que seja útil!

Super poderes, ativar!

Para quem está acostumado a trabalhar em ambientes *nix já deve saber dos riscos de má utilização do super usuário (root). As vezes o mau uso não é proposital, pode ser acidental. Mas os estragos irão gerar transtornos de qualquer forma!

Por estes motivos é que o uso do root deve ser evitado, sua senha deve ser distribuída apenas para um mínimo de administradores e sua utilização deve ser o mais restrita possível.

Veja um exemplo prático do mau uso (não foi proposital!): este final de semana eu e um amigo estávamos fazendo a migração de um servidor de banco de dados Oracle e reparei que a data do sistema estava errada. Fui então ajustar a data e, por engano, coloquei a hora no lugar do ano. Ficou definida a data do sistema com o ano de 1735! Logo percebi o erro e já fiz o ajuste para a data correta. Mas aí veio a surpresa: enquanto fazíamos os ajustes finais, reparamos que o banco Oracle não estava mais no ar. Estranhamos e fomos ver o que havia acontecido. E o log do Oracle foi bem claro: não conseguiu lidar com a data e “derrubou” a instância!

Confesso que foi surpresa pra mim e jamais poderia esperar algo do gênero! Sem entrar em militâncias se o banco deveria ou não suportar a data, a lição que fica é a seguinte: façam bom uso de seus super poderes!

[link] Evite armadilhas em shell

Depois que aprendi o poder do shell tornei-me um fã desta linguagem de programação.

Por isto sempre que encontro um material interessante, guardo nos meus alfarrabos! Assim, segue mais uma página que deve ser arquivada: